Desenvolver o Fut Fem


Tens sugestões para o desenvolvimento do Futebol Feminino em Portugal, comenta aqui!

28 comments on “Desenvolver o Fut Fem

  1. Olá!
    Se souberem indicar-me, gostaria perguntar até que data é possível inscrever uma equipa para o Campeonato Nacional de Juniores para a época 2016-17?

    Como funciona a inscrição? Tem de se inscrever logo as jogadoras todas, ou mais tarde podemos adicionar novas?

    Obg. Cumps,
    Paula

  2. Ola boa noite gostaria de partilhar o meu projecto de futebol feminino sou de vila nova de Famalicão sou treinador tenho o 2 nível visto que na minha cidade não há formação de futebol feminino depois de muitos anos que fis formação nas camadas jovens masculina com alguns títulos decidi apostar neste projecto gostaria de umas dicas visto que só fis a parte masculina

  3. Boa tarde.
    Antes de mais quero felicitar-vos pelo vosso excelente trabalho na promoção do futebol feminino.
    Venho pedir-vos ajuda no sentido de me facultarem informações necessárias para a criação de uma equipa de futebol. Já há muito que tenho este projeto em mente e já que neste momento tenho mais disponibilidade, adoraria concretizá-lo. Agradecia muito a vossa ajuda e colaboração. Obrigada.

  4. Obtenga jugadores de canadá! Muchos de nosotros jugamos un alto nivel de fútbol en el colegio y la universidad y con su club. Muchos tienen allí la doble nacionalidad también. Yo creo que esto tendría un impacto positivo en el fútbol femenino en portugal.

  5. Bom dia, 
     
    Sou coordenador de um Projeto no Brasil com garotas de 10 a 17 anos, aqui também temos dificuldades no futebol feminino mas temos conseguido alguns avanços e por aqui ser o “país do futebol” a qualidade das meninas é muito elevada, quero saber se alguém tem interesse de fazer alguma parceria, evento ou intercâmbio conosco, podem me mandar um email: phelipejohann@gmail.com , aguardo.

  6. Boa dia, aproveito este espaço que tem como tema o desenvolvimento do futebol feminino, para INFORMAR TODAS AS INTERESSADAS QUE IRÁ ABRIR UMA NOVA ACADEMIA DE FUTEBOL EM LISBOA. SERÁ NO PARQUE DAS NAÇÕES,MAIS CONCRETAMENTE NO CLUBE TEJO. Este ser´o ano de arranque e por isso pedimos a todas as interessadas que nos contacte para dar um novo animo ao Futebol Feminino em Lisboa! Podem visitar o nosso site: http://www.clubetejo.com / http://www.futeboltejo.com OU no FB: www.facebook.com/FutebolTejo

  7. Isto talvez será demasiado mas podia-se fazer o seguinte:
    No verão os canais de televisão vão a todas as cidades do país e trazem sempre aquelas empresas que promovem os seus produtos… Assim sendo a federação de futebol feminino podia cativar as raparigas realizando atividades como jogos 7×7 ou algo do género…

    Fiz-me entender?! 

  8. Isto vai ser longo… No âmbito do Plano Estratégico, seria necessário conhecer o entorno. Daí a necessidade de encontros e reuniões com as várias entidades desportivas (FPF, AFs, Clubes, Equipas, Activistas) e, eventualmente, a necessidade de
    elaboração de inquéritos aos clubes, equipas técnicas e atletas, para que os agentes desportivos se pronunciem sobre os diversos aspectos a melhorar, prioridades, objectivos e preocupações.

    A grande necessidade de Planeamento Estratégico tem a ver com os seguintes aspectos:
    “Planear é mais que fazer planos; é construir o futuro que se deseja.” Federação Espanhola de Municípios e Províncias. Notas do Mestrado de Direcção e Gestão Desportiva, 1994.

    O planeamento é um processo inseparável da direcção. Qualquer cargo de direcção inclui quatro objectivos básicos:

    – Saber onde estamos actualmente e onde queremos chegar: Planear.
    – Saber como e com quem vamos fazer o que temos de fazer: Organizar.
    – Agir sobre as pessoas que trabalham connosco para que cada uma faça o que está estipulado: Dirigir.
    – Saber se o que estamos a fazer corresponde ao que queríamos fazer: Controlar e avaliar a execução.

    O planeamento é o diagnóstico e a análise do entorno, a previsão, a fixação de objectivos, a escolha de estratégias e a selecção de projectos e programas. O planeamento e, especialmente, o planeamento estratégico é parte fundamental do trabalho diário que cabe ao director.

    Planeamento Estratégico:

    “O processo pelo qual uma organização, uma vez analisado o entorno no qual ela se desenvolve e está localizada e fixados os seus objectivos no médio e longo prazo, escolhe (selecciona) as estratégias mais adequadas para atingir esses objectivos e define os projectos a executar para o desenvolvimento dessas estratégias. Estabelece-se, assim, um sistema de acompanhamento e actualização permanente que adapte os objectivos citados, estratégias e programas às possíveis mudanças, externas e internas, que afectem a organização”.

    Objectivos do Planeamento Estratégico:

    – Reflectir sobre os objectivos gerais a médio e longo prazo da organização e sobre os objetivos estratégicos mais adequados para alcançá-los.
    – Estabelecer e fixar, para toda a organização, esses objectivos.
    – Envolver e motivar os trabalhadores e colaboradores de uma organização em relação às metas a serem atingidas.
    – Estar preparado para o futuro.

    A primeira acção de um processo de planeamento é o diagnóstico, resultado da análise do entorno em que se encontra a organização desportiva. Um clube desportivo, uma federação ou uma entidade desportiva pública deverá, antes de fixar seus objetivos de futuro ou seus programas concretos para o próximo ano, iniciar um processo de reflexão, consistindo em definir e conhecer qual a sua situação real no contexto e no meio em que se desenvolve.

    Os projectos são os elementos de conexão e enlace entre o nível estratégico e o nível operacional. Ou seja, são os elementos de união entre o Plano Estratégico e o funcionamento diário de uma entidade desportiva. No caso de uma organização
    desportiva, o Plano Estratégico tem um horizonte de 3, 4 ou 5 anos. Os projectos têm uma aplicação a desenvolver no ano, na temporada desportiva. Ao conjunto de projectos a desenvolver por uma entidade desportiva num ano, curso ou temporada chamamos Plano Operativo Anual.

    Adaptação do texto de Fernando París Roche. O Planeamento Estratégico nas Organizações Desportivas, 2002.

    Tendo tudo isto em conta, seria de grande valor para o FutFem português avançar para a elaboração de um estudo que consubstanciasse o futuro Plano Estratégico para o Futebol Feminino em Portugal. Não sendo especialista na matéria, tentei elaborar uma proposta de índice com alguns aspectos que poderiam constar:

    Índice de um Plano Estratégico para o Futebol Feminino em Portugal

    1. Introdução
    1.1. Âmbito do Plano Estratégico para o Futebol Feminino em Portugal (PEFFP)
    1.2. Pertinência do PEFFP
    1.3. Sumário executivo do Plano Estratégico (considerandos gerais, primeira abordagem aos objectivos, visão e missão e definição dos eixos de acção)
    1.4. Objectivos Gerais do Plano Estratégico
    1.5. Dados Utilizados (enumeração dos dados usados: demográficos, escolares, sociais, económicos, turísticos, climáticos, culturais, acessibilidades, censo/levantamento de instalações desportivas, clubes, equipas, escalões, fontes de informação utilizadas, inquéritos, etc.)

    2. Caracterização do País
    2.1. Dados Demográficos
    2.2. Caracterização do Futebol Feminino em Portugal
    2.2.1. Plano sociológico e cultural
    2.2.2. Plano normativo e jurídico
    2.2.3. Plano político
    2.3. Oferta Desportiva por Distrito (dados com número de praticantes, equipas técnicas e recursos humanos, escalões, etc.)

    3. Organização da Modalidade
    3.1. Orgânica Interna da FPF para o Futebol Feminino (organigrama/diagrama funcional)
    3.2. Prática Federada e Estrutura Organizativa das Entidades
    3.3. Associativismo Desportivo
    3.4. Desporto Escolar e Universitário
    3.5. Recursos Financeiros (despesas ao nível da Federação, Associações e Entidades Desportivas)

    4. Caracterização do Funcionamento e Estado Actual dos Equipamentos
    4.1. Dotação Global de Equipamentos Desportivos
    4.2. Taxas de Utilização para Futebol Feminino
    4.3. Análise da Propriedade dos Equipamentos Desportivos
    4.4. Análise Operacional das Instalações Desportivas Nacionais (Análise FFAO/SWOT)

    5. Plano de Marketing
    5.1. Complementaridade e Rentabilidade Social, Pedagógica, Desportiva e Económica
    5.1.1. Procuras, Práticas e Hábitos Desportivos da População Portuguesa
    5.1.2. Diferenciação Estratégica (Análise FFAO/SWOT)
    5.2. Estratégia de Marketing
    5.3. Programa de Actividades Proposto
    5.4. Política de Distribuição e Comunicação Proposta

    6. Modelos de Gestão e Financiamento
    6.1. Análise das Formas e Modelos de Gestão
    6.2. Financiamento (possibilidade de recurso a Quadros Comunitários de Apoio, angariação de patrocinadores, contributo dos Praticantes Desportivos, organização de eventos desportivos, etc.)
    6.3. Estabelecimento de parcerias e protocolos

    7. Planeamento Estratégico para o Desporto
    7.1. Visão
    7.2. Missão
    7.3. Eixos Estratégicos de Actuação (incluindo as Linhas Estratégicas de Acção)
    7.4. Orientações para a Implementação do Plano Estratégico
    7.4.1. A Cultura do Planeamento
    7.4.2. Envolvimento e cooperação de todas as partes
    7.4.3. Apoio à Implementação do Plano Estratégico
    7.5. Desenvolvimento de Projectos e Programas Específicos (organização de torneios e campeonatos, programas de formação, campanha de promoção, curso de iniciação ou escola desportiva, etc.)
    7.6. Cronograma e Acompanhamento do Plano Estratégico (indicadores de resultados quantitativos e qualitativos)

    8. Considerações Finais

    Anexos

    Acho que deveria ser um plano de crescimento a implementar de 2013 a 2018, havendo espaço até final do ano de 2012 para iniciar o processo e pôr tudo em andamento. Esta iniciativa implicaria um certo investimento de esforço e recursos humanos, mas creio que seria compensador para o futuro da modalidade. Saliento mais uma vez que são ideias de uma leiga nestes meandros… just food for thought.

    Bjs
    Ana

  9. Olá! :)
    Sim, já conheço o Jogo das Raparigas, é um projecto excelente! Acho que a folha de dados é uma parte daquilo que eu tinha em mente. Neste caso, temos uma boa parte do diagnóstico realizada. No entanto, acho que é preciso que a FPF intervenha nesta questão enquanto organismo nacional do futebol português, ainda por cima tendo estatuto de utilidade pública (o que lhe dá outro tipo de responsabilidades no desempenho da missão pública). Não digo que não o esteja a fazer, acho até que a FPF tem crescido positivamente neste campo, só que é preciso sempre ir mais longe. :)
    A execução de um Plano Estratégico para o Futebol Feminino em Portugal parece-me fulcral para o crescimento sustentado da modalidade, numa política de proximidade com os clubes. A actuação do JDR e da APMD tem sido fundamental para o desenvolvimento do fut fem, só que é preciso que as entidades oficiais assumam o papel de orientação e coordenação de trabalho que, naturalmente, o JDR e a APMD não podem ter. Veja-se, por exemplo, o que aconteceu no Paraguai:
    http://pt.fifa.com/aboutfifa/footballdevelopment/technicalsupport/women/news/newsid=1498778/index.html
    Também mesmo cá, há outros exemplos, como o caso do futsal:
    http://comunidade.xl.pt/Record/blogs/claudiafutsal/archive/2012/02/24/fpf-reune-se-com-associa-231-245-es-de-futebol-para-apresentar-plano-de-desenvolvimento-do-futsal-em-portugal.aspx
    Claro que a entreajuda dos clubes, dirigentes e activistas do fut fem é muito importante, mas se não se sente a mão das entidades oficiais no nosso ombro a dizer que nos vão ajudar ou orientar, parece tudo muito mais difícil… do que é.
    Não se entenda isto como uma crítica negativa à FPF ou assim. Nada disso. São só ideias soltas, contributos (despretensiosos) de quem gostaria de poder ajudar mais. :)

    Aliás, parece-me que a escolha da Mónica Jorge para Directora do Futebol Feminino da FPF foi acertada e marca um momento de viragem no bom sentido. Parece ser uma pessoa extremamente activa e empenhada, o que é essencial para este trabalho.

    Bjos!

  10. Olá Ana,

    Obrigada pelo comentário.
    E realmente as tuas sugestões fazem todo o sentido. Mas sabes o melhor? Já alguém está a fazer praticamente tudo o que tu disseste. Felizmente tive a oportunidade de acompanhar este procedimento. Então é o seguinte: a Associação Portuguesa Mulheres e Desporto organizou um projeto O Jogo das Raparigas (http://www.mulheresdesporto.org.pt/web/). Elas em primeiro lugar fizeram um levantamento de todas as equipas e jogadoras do país, promoveram encontros locais e depois regionais e um encontro nacional (http://www.mulheresdesporto.org.pt/web/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=194&Itemid=347)

    Neste link (http://www.mulheresdesporto.org.pt/web/index.php?option=com_content&view=article&id=981:folha-de-dados-2011-qo-jogo-das-raparigasq&catid=214:folha-de-dados&Itemid=161) tens uma folha de dados com as estatísticas que elas fizeram e que está BASTANTE BOM!

    Dá uma olhadela e depois diz algo.

    Cumps
    Sandra Costa

  11. Olá, Sandra!
    Quando (re)partilhaste este link no FB, a minha cabeça começou logo a carburar!
    É um pouco difícil atirar sugestões, porque corremos o risco de dizer coisas que já foram tentadas mesmo a nível oficial… Não querendo ofender o trabalho já desenvolvido por tanta gente, aqui ficam alguns considerandos meus.
    O trabalho de divulgação sofreu um passo de gigante, agora fala-se de fut fem quase todos os dias nos jornais desportivos. Parece-me que a Mónica Jorge tem dedo nisto e bem.
    Parece-me que tudo depende de um enorme trabalho organizativo das instâncias mais responsáveis, nomeadamente a FPF e as Associações de Futebol distritais. Parece-me que era preciso ir à conversa com os clubes que já têm fut fem, com os que querem ter… e com todos os outros!
    Era necessário elaborar um Plano Estratégico para o Futebol Feminino em Portugal: uma análise do que temos, a síntese do que queremos e de que forma havemos de lá chegar. Para isto, seria excelente se se pudesse organizar reuniões/conferências com os clubes, dirigentes e activistas do fut fem a nível de cada AF sob a égide da FPF. Assim, fazia-se o diagnóstico territorial, avaliavam-se dificuldades e discutiam-se estratégias para futuro.
    Esse Plano Estratégico poderia contemplar uma secção destinada à orientação para clubes que pretendam criar a modalidade. Planos de divulgação, escalões a apostar, a questão do futebol de 7 vs futebol de 11, etc.

    Outra situação que me parecia muito positiva era apostar-se em acções de formação direccionadas para o futebol feminino, nas mais variadas áreas: direcção desportiva, monitoras, treinadoras e tudo mais. As acções gerais que vão existindo são bastante dispendiosas (não é fácil pagar um curso de treinador) e é muito difícil para muitas mulheres conseguirem frequentar acções em que são ultra-minoritárias (essencialmente por preconceitos da família, amigos, etc.).

    Fundamentalmente, é preciso criar uma acção conjunta muito forte, como que uma onda que se espalhe nas mais variadas áreas de acção do fut fem. E muito mais haverá para dizer. A FPF parece ir no bom caminho, esperemos que seja ousada na sua acção. Tenho esperança que sim. :)

    bjos,
    Ana

  12. Caro Alexandre,

    Muito obrigada pelo seu comentário e contributo. Tendo em conta que não somos profissionais, será talvez um pouco difícil a constituição de um sindicato. Mas vocês no Brasil têm? E como funciona? Que tipo de iniciativas fazem?

    Cumprimentos
    FFPT

  13. Eu não sei se vocês teriamou tem um sindicato do futebol feminino que sejam participativo que lute pela causa. Isso certamente vai ajudar no desemvolvimento do futebol feminino em Portugal.
    Abraços, atenciosamente
    Téc. alexandre Amaral.

  14. Olá Pedro,

    Obrigada pela tua contribuição. Quando dizes AFP, referes-te à AF Porto, certo?
    Acho uma óptima ideia. Que tal contribuíres com email-tipo que depois quem assim o entender possa enviar?

    Cumps
    FFPT

  15. lanço aqui um desafio… porque não enviam um mail ou algo do genero à AFP para lá fazerem Campeonato distrital de Futebol feminino junior ou mesmo sénior?
    não percebo a falta de apoios que têm por lá

    cumprimentos.

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