Campeonato de Promoção, 2. Fase: CP Martim – EFF Setúbal

A equipa de Futebol Feminino da Casa do Povo de Martim disputou este domingo a 1.ª jornada da 2.ª Fase do Campeonato de Promoção, que dará acesso aos dois primeiros classificados à subida à I Divisão Nacional de Futebol Feminino. Nesta jornada, a equipa barcelense defrontou e venceu por duas bolas a zero a equipa da Escola de Futebol Feminino de Setúbal.

Pelo CP Martim alinharam Rosa, Filipinha, Susy, Belinha, Ana João, Joana Carvalho, Tânia, Xica, Nair, Madalena e Catarina e pelo EFF Setúbal alinharam Carina Pintado, Ana Matias, Vânia Domingues, Ana Miranda, Inês Gonçalves, Ana Patrícia, Ana Fernandes, Marta Vaz, Rafaela Ventura, Ana Rosa e Nídia Santos.

No banco estiveram do lado das Martinis, Nádia, Pinta, Bea, Ana Gonçalves e Daniela. Pelo lado das setubalenses, Priscila Campota, Marta Toureiro, Sara Rodrigues, Tânia Lopes, Nadine Cordeiro e Joana Cristovão.

O primeiro golo do jogo surgiu pelos pés da Flash (Madalena) que aos 15 minutos de jogo, depois de um ressalto se isola e não deixa fugir a oportunidade de marcar. Joana carvalho levou amarelo, a meio da 1.ª parte, por uma entrada dura sobre uma jogadora adversária.

Já na 2.ª parte, por volta dos 75 minutos de jogo, a capitã Joana Carvalho, com uma bola proveniente de um canto, do bico da área remata ao ângulo, sem hipóteses para a guardiã Carina Pintado.

O outro jogo da série, o CD Feirense venceu o SC Régua por 7 bolas a zero, ficando assim classificado em primeiro lugar. Na próxima jornada, a Casa do Povo de Martim defronta o SC Régua fora de portas.

Ernesto Catarino, orgulhoso na sua equipa apesar do resultado

Casa do Povo Martim 2 EFFSetúbal 0

1º jogo de 8 de grande importância para nós pela possibilidade de nos confrontarmos com adversários de grande valia e onde poderíamos adquirir novos conhecimentos e maior maturidade competitiva.

Expectativas que foram concretizadas, infelizmente para nós, durante este primeiro embate.

Entrada em jogo bastante determinada conseguindo equilíbrios e até alguma superioridade no tempo de posse de bola da nossa equipa, até cerca dos 15′ altura em que sofremos o primeiro golo através de um ressalto digno de uma comédia (mais um golo estapafúrdio idêntico ao sofrido frente ao Freamunde para a Taça). A partir deste momento os níveis de confiança inverteram-se a favor do adversário e aquilo que parecia ir ser um jogo equilibrado passou a ser um jogo com um só sentido: a nossa baliza. A equipa de Martim passou a mandar claramente no jogo podendo durante este período elevar o marcador, o que não aconteceu em grande parte devido à excelente prestação da nossa guarda-redes Carina.

Para a segunda parte esperávamos, tal como veio a acontecer, uma quebra física acentuada devido ao desgaste provocado por uma viagem extremamente longa e massacrante, o que não invalida nem retira o mérito da vitória da Casa do Povo Martim. Conseguimos suster durante algum tempo o aparecimento do segundo golo, graças a uma tarde para recordar da nossa guarda-redes, o que não foi conseguido pois cerca dos 30′ da segunda parte o Martim o seu segundo golo graças a um grande pontapé de fora da área. Até ao final do jogo a nossa equipa lutou com as poucas forças que tinha e por incrivel que possa parecer conseguiu nos últimos 5′ duas excelentes oportunidades que a serem concretizadas dariam uma imagem completamente falsa da realidade do jogo.

Em suma, vitória justíssima da melhor equipa em campo, esperando sinceramente que no jogo da segunda volta possamos dar uma imagem mais próxima do real valor da nossa equipa. Já agora e por ser verdade gostava de salientar o excelente comportamento do público presente, bem como a excelente arbitragem.

Equipa: Carina; Inês, Nídia, Vânia, Kika; Anita, Rafa, Miranda, Rosa; Patrícia e Marta.

Substituições: 52′ Priscila x Rosa; 62′ Nadine x Kika; 70′ Sara x Inês

Ernesto Catarino

Treinador orgulhoso com o comportamento e atitude da sua equipa.

Sandra Costa

O futebol faz parte da minha vida. Desde cedo que jogo futebol e decidi criar o Portal Futebol Feminino em Portugal porque senti que ninguém conhecia, sabia ou falava de futebol feminino.

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